Transições Familiares. Por: Ana Reis

 Do Nascimento dos filhos ao Ninho vazio, o que é Esperado e Normativo viver[1]

(Jornal do Lareira, Caxias do Sul, 2015)

Há uma tendência natural de senso comum em compreender que a família concreta surge integralmente com o nascimento de um terceiro, isto é, de um filho.

Particularmente penso que casais sem filhos podem sentir-se também como famílias plenas, mas não discordo da idéia de que filhos levam seus pais a conhecer o que de outra maneira talvez dificilmente pudessem compreender tão profundamente.

 De certo modo e considerando o que escreve o teólogo francês Jean Yves-Lelloup; o terceiro é uma soma, o eco de um amor que transcende a dois amores, onde não importa tanto o amor que tem o esposo pela esposa, talvez nem mesmo aquele que a esposa tem pelo marido, mas sim o amor que os une[2].  Esse é o território onde o crescimento dos filhos se dá onde nasce o que lhes nutre, o entre.  Daí porque há de fato, sofrimento no processo de luto quando da separação de um casal.

 O Filho que na Revelação Bíblica, e por que não dizer histórica, na Trindade, compõe a Sagrada Família, Jesus, como Filho e expressão de Deus, aquele que precede e oferece o que vem do Pai, assim também Seu Espírito é Aquele que nos dá a conhecer o que é de Deus, mas acima de tudo; leva-nos a Deus. Em Jesus, no Filho, Deus é por dentro de nossas histórias de vida e amor, leva-nos onde não imaginaríamos chegar.

 Assim são os filhos, convidam-nos a vida por dentro, mergulho em nós mesmos, simultaneamente em que se tornam pontes entre os mundos de seus pais e seus tempos. O desafio contínuo para amar e respeitar primeiras “extensões” diferentes e em outros tempos de nós mesmos. Quantas vezes escuta-se; “mas no meu tempo não era assim, porque meu filho não me entende, eu não fazia isso quando era adolescente…”

 Valorosas experiências de profundos e transformadores amores. Por isso também o afastamento ou a perda de um filho é dado aterrador que mobilizará a estrutura e o modo de ser e viver de seus pais e de toda família.

Casar e constituir a própria família são fenômenos do tornar-Se, do Ser. Desafio e encantamento, processos que os estudiosos chamam de Ciclo Vital Familiar, vejamos o que é esperado viver:

Os Estágios do Ciclo da Vida Familiar[3]

Estágios do Ciclo de Vida Familiar envolvem Processos Emocionais de Transição inclusos a Princípios-chave e Mudanças no Status Familiar, necessárias para prosseguir Desenvolvimentalmente.

Estágio

1. Saindo de casa: jovens solteiros

Princípio chave: Aceitar a responsabilidade emocional e financeira pelo eu

Tarefas Necessárias: Diferenciação do eu em relação à família de origem.

Desenvolvimento de relacionamentos íntimos e relativamente estáveis com adultos iguais.

Estabelecimento do eu com relação à sustentação da vida adulta, ao trabalho, independência financeira. E de vínculos familiares com respeito ao novo universo adulto e independente.

2. A união de famílias no casamento: O nascimento do novo casal.

Comprometimento com um novo sistema. Formação do sistema marital. Realinhamento dos relacionamentos com as famílias agora ampliadas e os amigos para incluir o cônjuge e seus familiares.

3. A chegada do(s) primeiro filho(s)- o Fenômeno Babyboom. Famílias com filhos pequenos.

Aceitar novos membros no sistema familiar. Administrar as mudanças de papeis de homem, esposo, para pai e de mulher, esposa para mãe. A revisão do feminino e masculino, incluindo normativas mobilizações na sexualidade do casal.

Ajustar o sistema conjugal para criar espaço para o (s) filho(os). Descoberta ou redescoberta da rivalidade fraterna, administrando a relação entre filhos, os irmãos.

Unir-se nas tarefas de educação dos filhos, nas tarefas financeiras e domésticas.

Realinhamento dos relacionamentos com a família ampliada para incluir os papéis de pais e avós.

4. Famílias com adolescentes.

Aumentar a flexibilidade das fronteiras familiares para incluir a independência dos filhos, testes de autonomia e competência. Cuidado com as fragilidades dos avôs. Modificando relacionamentos – progenitores-filhos para permitir ao adolescente movimentar-se para dentro e para fora do sistema familiar permitindo-lhe crescimento e exploração segura do universo extra familiar. Pais seguros oferecem “corda” e acompanham, promovendo confiança e partilha, pais inseguros cortam a “corda” [4]. Novo foco nas questões conjugais e profissionais dirigidas ao meio da vida. Começa a mudança no sentido de cuidar da geração mais velha. Primeiras noções sobre envelhecimento.

5. Lançando os filhos e seguindo em frente.

Onde nasce com clareza a noção de que os filhos não são mais crianças e dependentes dos pais. Aceitar várias saídas e entradas no sistema familiar. Renegociar o sistema conjugal como díade. Início da consciência sobre o ninho vazio, onde o casal precisará redescobrir-se. Desenvolvimento de relacionamentos de adulto-para-adulto entre os filhos crescidos e seus pais. Realinhamento dos relacionamentos para incluir parentes por afinidade e netos. Lidar com incapacidades e morte dos pais (avós).

6. Famílias de estágio tardio.

Aceitar a mudança dos papéis geracionais, aposentadoria e envelhecimento sadio. Manter o funcionamento e os interesses próprios e do casal em face do declínio fisiológico. Apoiar um papel mais central da geração do meio. Abrir espaço no sistema para a sabedoria e experiência dos idosos, apoiando a geração mais velha sem superfuncionar

por ela ou superprotegê-la. Lidar com a perda do cônjuge, irmãos e outros iguais, preparar-se para a própria morte e despedidas. Revisão e integração da vida.

Nessa perspectiva percebemos que viver é transitar, adaptar-se a cada passo e mudança não é fácil. Quem dera a vida nos chegasse com receitas. O que se sabe é que cada mudança naturalmente poderá trazer sensações de choque, torpor, algum grau de ansiedade e protesto, bem como tristeza , a seguir recuperações e reconstruções. E parece importante que sejamos capazes de oscilar entre emoções naturalmente despertadas em cada etapa e cuidados instrumentais, nas tarefas que pressupõe cada etapa.

Olhar para as transições e senti-las, falar sobre elas, sem deixar de cuidar das necessidades da vida que não deixam de urgir para aguardar nossas adaptações é grande parte do desafio de viver.

Em períodos de transição e a cada nova fase adaptativa parece funcional substituir o famoso “tem que” pelo acolhimento, diálogo, temporalização, respeito e escuta. Manter o bom humor e saber solicitar e receber a ajuda que vem, também é valoroso e inteligente.

Quanto aos pequenos, vale lembrar então que com eles revisitamos as crianças que fomos, nossas crianças interiores. De modo genérico, a experiência clínica revela que crianças possuem recursos vitalizadores para administrar os desafios do viver. Por vezes é muito mais os adultos que lhe atrapalham. Logo se não atrapalharmos as crianças, podemos inclusive recolocar em endereço adaptativo o que vivemos em nossa infância. Afinal crianças também não vêm com manual de instruções. Oportunidade única para reaprender a amar e a viver, quem sabe até para corrigir distorções perceptivas que foram causadas em nós por nossos pais quando nos atrapalharam…

Sim, a vida é feita de progressões e regressões, sucessões e revelações, é nosso desafio não andar em círculos, a serviço das repetições contínuas.

A vida é feita de “nós”.  Somos “nós” muito antes de sermos um eu, é o que mostra os estágios do ciclo familiar, ou seja, somos um par inicialmente formado pelo eu e pelo eu do nosso primeiro cuidador, logo a pedra inaugural de nossa existência e identidade, é relacional, conseqüentemente refletirá no modo como nos vinculamos ao que nos cerca, nossa habilidade para amar, conexões com tudo que é nosso; projetos de vida, sonhos e adversidades[5]. ‘Gente precisa de gente para se tornar gente”[6].

Na ausência de receitas e manuais, considerando que tudo na vida é novo para quem vive pela primeira vez, e quem será que vive pela segunda…  Pois então, como dizem os filósofos; se analisamos bem a vida toda é um croqui, muita coisa não vai dar pra passar a limpo, daí a encrenca. Tipo; “-Ops desculpa ai, eu não queria ter me alimentado mal e morrido do coração, vou fazer diferente na próxima, valeu?!”

Algumas dicas que a ciência em termos de desenvolvimento humano tem se empenhado em desvendar podem auxiliar, afinal de contas então ninguém vive duas vezes. Logo quanto mais pudermos saber melhor pode ficar o “rascunho.”

Atualmente fico admirada ao perceber o quanto as pessoas dizem saber sobre o que é esse fenômeno que chamam de “criança” e na verdade não sabem, ou não se atem de fato em pensar sobre o que sabem. É aqui que a ciência nos ajuda. Vejam só;

As 5 características que definem o que é ser uma criança[7]:

  • A criança é sempre valorável, ou seja, ela não nasce com auto estima e não tem nenhuma noção de valor pessoal. Divirto-me quando ouço no consultório os pais dizendo: “-Eu não sei como ela jogou o brinquedo novo fora, cuspiu a comida, e era filé, no prato, sai toda descabelada de casa, e imagina que eu tenho que dizer pra ela se pentear…”

Um dado interessante, nós cuidadores é que oferecemos a criança noções de valor. E como nos é difícil por vezes ver o mundo com os olhos da criança. A um tempo atrás oferecendo instrumentalização para um jovem casal que ia ter um bebê, o pai opinou dizendo que não entendia porque não se podia levar um bebê recém nascido para um almoço em comunidade… Disse-lhe que levar pode, mas perguntei lhe; – Se você tivesse passado 9 meses sem ouvir barulhos diretamente, sem conhecer a luz do sol, cheiros ou perfumes, sem conhecer o ar, porque você estava em meio a um líquido quente e viscoso sempre, e sem conhecer a vastidão do ar, o espaço e sem sentir frio ou calor…de quanto tempo precisaria para se adaptar sem sofrer muito e sem trauma? Foi interessante, o pai me respondeu: “- Poxa Ana, nunca havia pensado desse jeito, eu fui pro Canadá que é um país bom, e já me borrei todo, outra língua, outra comida, outras regras! Bah!”

Ao que respondi: – Pois é, isso que nem falamos de língua e alimentação, porque nesse caso você estaria no Canadá sem enxergar direito ainda, sem saber pensar direito, e tendo que aprender a engolir, sugar e ah! Sem dentes também…

Se temos que desenvolver algo em alguém, funcionará melhor se partimos da experiência que esse alguém vive naquele momento, e não exclusivamente das nossas noções e percepções sobre o que queremos,e isto já responde muitas das perguntas sobre como educar e oferecer limites estimulando a construção do psiquismo de alguém, bem como a realidade de que só escutamos quando somos ou nos sentimos escutados.

Crianças não são metas que precisamos alcançar ou resolver e também não são um conjunto de dutos e encanamentos que temos que manter descongestionados e fluindo, funcionando bem, o seu endereço aqui é mais complexo, humano.

Então, talvez fique mais fácil, uma vez que não há receitas, conhecermos os caminhos que não funcionam… Tentar atribuir e desenvolver valor a criança chantageando-a, relativizando de mais as coisas, ameaçando-a, grudando e controlando, empurrando para que vão adiante ou façam o que achamos que tem que fazer, punindo, comprando-a, envergonhando-a, dominando-a por sua inferioridade, competindo com ela, estimulando dependência, estimulando que ela pode ser boa pelo que ela tem que  outros não tem, pela inveja que o outro pode ter dela, não funciona. Se como cuidador você tomou um desses caminhos, calma, está tudo bem, não é uma catástrofe, apenas ligue seu pisca alerta e dobre a direita.

  • A criança é inferenciável, ou seja, o eu infantil, aquele que um dia será adulto, se ama e se respeita quanto mais for considerado e respeitado. Até aqui não é novidade. A questão é que se você teve um dia ruim no trabalho e chega com um humor Darth Vader, a criança sendo inferenciável, toma seu humor para ela, naturalmente ela não sabe diferenciar que a raiva ou a tristeza que você sente não tem haver com ela. Então use o diálogo, nomine para ela , identifique, faça o discernimento para ela, aquele que ela não consegue fazer sozinha, porque o aparelho de pensar da criança está ainda em desenvolvimento. Emoções fortes assustam e desorganizam as crianças. Naturalmente elas não sabem onde colocar esses registros, em que território mental, esse endereço é você que dá traduzindo para ela o que está acontecendo.

Pais são tradutores da realidade infantil. As crianças naturalmente não sabem se o próprio comportamento teve algum efeito no outro, precisam experimentar para conhecer e entender. Por isso elas comem pasta de dente, lambem o sabonete, bebem perfume, chupam gilete, perguntam se moedinhas podem ser comidas, põe o dedo na tomada, mastigam bolinhas de natal, acham interessante brincar na água da privada… Enfim provocam experiências nos pais que por vezes até os pais desconhecem.

  • A criança é devassável. Encontram-se naturalmente misturadas a tudo que está a sua volta e não tem outra saída senão explicar o mundo baseadas em si mesmas, no que sentem e experimentam. A criança não tem outra saída senão autorefletir o que vive, porque, como brincou um pai comigo, esses dias, “ ela ainda não leu a Barsa.”

E olha que desde muito cedo algumas já dominam o tablet dos pais. Ainda assim as crianças estão assimilando o mundo e tentando processá-lo, os recursos para isso, somos nós que damos. Por isso é que naturalmente elas não sabem controlar seus impulsos, não sabem o que fazer com seus desejos que vem sempre intensos e emergências, não sabem o que fazer com sua raiva, frustração ou medo. As suas fantasias são sentidas como reais e passam pela consciência, linguagem e comportamento para só depois ganharem medidas de equilíbrio conhecimento e defesas.   Com isso infelizmente elas ficam sujeitas a vulnerabilidade e fragilidade humana diante da raiva, falta de compreensão e continência dos adultos. São razões assim que levam a notícias de jornais de bebês queimados com cigarro, crianças de pernas e braços quebrados, ou jogadas pela janela de prédios…Fora todas as circunstâncias como estas que não chegam aos jornais.

  • A criança é imperfeita e imatura; descoordenada, porque está se desenvolvendo neurologicamente, por essa razão seguidamente deixa cair coisas, faz barulhos esquisitos e fora de hora, enfia o dedo no nariz tentando chegar ao final da estradinha,e se achar alguma coisa lá dentro experimenta na boca pra ver que gosto tem, atrapalha quem está conversando, quando joga coisas erra a mira, quebra vasos e vidraças, atrapalha quem está dirigindo, conversa com o presidente dos Estados Unidos como se ele fosse o tio que a recebe no portão da escola… E gosta de tudo, da cor das flores, do céu azul, do gosto do açúcar, que, aliás, as deixa super elétricas… Enfim, ao mesmo tempo em que nos desafia também nos liberta e pode nos fazer lembrar de toda criatividade, energia e alegria que esquecemos que tínhamos.
  • A criança pensa sempre de modo radical e concreto. Não discrimina diferenças sutis, seu pensamento é polarizado. A vida nessa época se organiza em apenas duas gavetas, a gaveta do bom e a gaveta do mau, ou as coisas são boas ou são ruins, ou é tudo ou é nada, ou é agora ou nunca mais. E isto acontece como parte da precariedade do sistema neurológico que está se desenvolvendo. Novos arquivos são compostos a partir da entrada de estímulos que nascem depois das experiências vividas. É um jeito sábio do sistema de organizar as coisas enquanto o crescimento acontece. No final da vida que começou com duas gavetinhas, nós nos despedimos com milhares delas. É por isso também que fazer as malas é tão difícil, pois então temos milhões de gavetas e armários de arquivos para organizar e às vezes com pouquíssimo tempo ou nenhum. Vale aqui a dica de se possível viver já organizando as gavetas e armários deixando em dia os: -“eu amo você”, ou , “obrigado por estar comigo”, ou ainda, “você foi e é muito importante para mim”…

De modo geral, o que as crianças precisam é o que todos nós precisamos:

*Alguém que com verdade e clareza as faça sentir-se preciosa dizendo porque, as faça sentir importante, providenciando a ela o que necessita enquanto não estiver pronta ou não for autônoma.

*Alguém que lhe dedique tempo e atenção não para atender as necessidades do adulto, mas para que ela entenda de si mesma, de como funciona, de seus próprios medos, impulsos e formas de sentir, somente depois sobre como viver no mundo, dando-lhe então informações necessárias sobre como administrar a realidade que vive, uma vez que o que ela vive também não será exatamente igual ao que todo mundo vive.

 *Alguém que se preocupe menos com a forma como dar os limites e mais com a permissão de impulsos infantis agressivos e hostis, mostrando que preocupa-se para que ela não se machuque ou a outros, ou seja que não se sinta punida por sentir raiva e não saber se controlar, quando na realidade nem tem instrumentos para isso. Alguém que não a faça se sentir errada ou culpada quando expressa um sentimento tão natural de viver, incluso no grupo de todos os outros; tristeza, alegria, medo: a raiva. Alguém que lhe permita sentir o que vier a sentir sem que o vínculo e o amparo lhe sejam ameaçados.

*Alguém que lhe permita que seja criança enquanto é criança, isto é, que receba autonomia de acordo com processo natural do crescimento espontâneo em cada etapa. Afinal amparar, cuidar ou acolher não é a mesma coisa que concordar com tudo.

*Alguém que lhe seja coerente, consistente (não minta), previsível e previsibilizador, responsivo, por isso confiável, fácil de alcançar quando necessário. Uma base segura de onde sair e um porto seguro para onde voltar a cada exploração de mundo feita e imposta pelo crescer humano.

*Alguém falível, ou seja, alguém que cometa erros, os admita, solicite reparações e proponha aprender em conjunto.

Como nos faz pensar Monteiro Lobato à vida é um upa, um pisca, onde vale mais a jornada do que o mapa, ou a chegada. Com a transcrição a seguir e num abraço me despeço, grata pela oportunidade de pensar com vocês.

Emília: “ A vida, Sr. Visconde, é um pisca-pisca. A gente nasce, isto é, começa a piscar. Quem pára de piscar, chegou ao fim, morreu. Piscar é abrir e fechar os olhos – viver é isso. É um dorme e acorda, dorme e acorda, até que dorme e não acorda mais.A vida da gente neste mundo Sr. Sabugo, é isso, um rosário de piscadas. Cada pisca é um dia. Pisca e ama; pisca e anda; pisca e brinca; pisca e estuda; pisca e ama; pisca e cria filhos; pisca e geme os reumatismos; por fim pisca pela última vez e morre.E depois que morre? Perguntou Visconde – Depois que morre, vira hipótese. É, ou não é?” Monteiro Lobato(Excerto das Memórias de Emília, 1936)

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[1] Ana Reis Psicóloga Especialista em Teoria Pesquisa e Intervenções em Luto e Perdas pelo Instituto 4 Estações em São Paulo. Mestra em Teologia pela PUC de Porto Alegre. Coordenadora da Luspe Instituto de Psicologia e Centro Caxiense de Estudos e Intervenção em Luto e Perdas, e da Rede Luspe de Clínicas Psicológicas Especializadas para o atendimento de circunstâncias de Luto e Perdas, Matriz Caxias do Sul. Texto dedicado a filha Micaella.

[2] LELLOUP. J.Y. e BENSAID. C. O Essencial no   Amor: As diferentes faces da experiência amorosa. Editora Vozes,2006, Petrópolis RJ.

[3] Do Livro: CARTER B. e McGOLDRICK. As Mudanças no Ciclo de Vida Familiar. Ed. Artes Médicas, 1995. POA.

[4]ZAGURY T. Limites sem Trauma. Ed Record. 2002. São Paulo.

[5] CUKIER,R. Sobrevivêncial Emocional: As dores da Infância Revividas no Drama Adulto. Edit Ágora. 4    Edição. 1998. São Paulo.

[6] Video Thiago Rodrigo. Acesso: https://www.youtube.com/watch?v=gpIEHRukIfE

[7] CUKIER,R. Sobrevivêncial Emocional: As dores da Infância Revividas no Drama Adulto. Edit Ágora. 4    Edição. 1998. São Paulo.

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