Educar para o Viver: Resiliência Familiar. Por: Ana Reis

Potencializando recursos familiares para o enfrentamento de adversidades.

Ana Reis[1]

Quando se trata do tema cuidados e prevenção familiar atualmente, encontramos conselhos, orientações, caminhos, alertas e tudo têm seu valor, no entanto mergulhados nas preocupações, dores e desafios do dia-a-dia, é provável que necessitemos de mais.

Como alguém que acompanha de perto os bastidores da alma, e que também tem a sua, gostaria de convidar o leitor aqui para um contato diferente, propondo, quanto mais o texto permitir, uma proximidade à vida prática e partilha.

Partilha também é algo que podemos fazer em silêncio enquanto caminhamos ao lado de alguém. Caminhada que poderá se mostrar útil em momentos de desamparo. Assim, tanto do lado de cá, quanto daí, desde já então, não estamos mais sozinhos, iniciamos essa caminhada de reflexão juntos.

Certa vez uma professora muito querida disse-nos em aula: “- Cuidado com conselhos, pois isto se pode comprar por trocados em qualquer banca de jornal[2]”.

Verdade. Há cansaço pelo excesso de informações, por continuamente se tentar fazer o melhor e nem sempre sermos compreendidos, por tantas exigências, de pessoas que ao nosso redor falam muito, ouvem, mas pouco se atem de fato, de falácias, racionalizações repetitivas, fragmentariedades… Na convocatória do mundo atual, do modo como têm funcionado, sim, se está correndo o risco de ficarmos obesos por fora e raquíticos por dentro[3].

Infelizmente é necessário validar a dor e o desafio de viver num mundo que se revela inóspito, perigoso e não mais de modo incomum, onde construímos certezas em terreno pantanoso[4].

Felizmente, e lembro-me da alegria de uma das descobertas mais significativas encontradas na caminhada de cuidados quando da pesquisa em Teologia com enlutados, as certezas se mostraram vindo de dentro e sustentadas pelo alto; “- Em Jesus, Deus é por dentro, (dizia um paciente que participou da pesquisa) na vida vivemos muitas mortes e ressurreições [5].”

 Acredito naquilo que transcende a teoria, no que vem de dentro, no por dentro, por isso não sou adepta ao termo “superação’, porque me parece que pressupõe passar por cima.

 É o que testemunho na força dos vínculos, no inteiro que surge da experiência vivida com eco, consciência de ser quem se é com o outro, a constituição de nossas, tão próprias coerências, aquilo que nos fortalece para enfrentar o que nos faz sofrer, o melhor que temos de nós mesmos, nossos recursos, o conhecimento sobre si e a fé…

Tudo de que tenho compartilhado nestes 20 anos de assistência familiar com todos, me convenceu de que na vida podemos contar com 3 importantes fatores: 1-o que sabemos de nós mesmos. 2- o amor que temos por todos que nos cercam e o que aprendemos com eles. E … 3-a fé.

Daí porque em sofrimentos intensos parece-me que origem e destino se encostam como que disponibilizando a nós a possibilidade de uma construção de sentido que de outro modo jamais poderíamos alcançar.

Quando então podemos nos tornar hábeis para ver com a razão (nominar, identificar, reconhecer), escutar com o coração (isto é, o “por dentro,” fazer mais do que ouvir, mergulhar, entrar, sentir) e compreender com a dignidade da alma (associar, relacionar, integrar, transcender, criar, mais do que abandonar o passado, aqui implica em ressurgir, mais do que simplesmente sobreviver, reinvestir no amor e na vida).

Porém tudo isto, é processo, exige tempo e respeito, pois se refere ao contato com o inteiro de nós mesmos, a profundidade. No raso da vida, as resoluções são rápidas e relativamente fáceis de alcançar, em território de profundidade…

Bem quanto maior o mergulho, maiores as exigências, porém ainda mais estruturantes podem ser as descobertas.

 Claro que durante o mergulho, ou a queda, precisamos voltar nossa busca para essa direção, uma vez que mergulhos podem, sem o nosso cuidado e uso de autonomia, consciência e apropriação, tornarem-se simples e empobrecedoras jornadas de escuridão.

O filósofo Sartre já escrevia; não é tão importante o que fizeram comigo, mas o que eu faço com o que fizeram comigo. O teólogo francês Jean Yves Lelloup também considera; podem roubar-me a vida que tenho, mas jamais a vida que eu sou.

Adversidades são exigências transformadoras, não deformadoras, inclusive porque deformar é caminho que só tem chances de ocorrer no descaso, exatamente porque viver também é compreender via experiência que não somos sempre suficientes, que precisamos de outros e que frustrações em diferentes medidas farão parte do pacote do viver, no entanto podemos de algum modo cuidar do que nos acontece e cuidar de outros.

A experiência clínica mostrou-me que as pessoas perdoam porque compreendem descuidos, no entanto nos é mais difícil viver e compreender o descaso. Por isso precisamos manter-nos preocupados em primeiramente nos ter “pegos pela mão”, essa adoção do si mesmo gera também o cuidado com todos. Vale lembrar que cuidar é diferente de tratar. Tratar é uma expressão que remete a uma circunstancial, talvez rápida, relação de conserto, enquanto cuidar requer acompanhamento.

Por isso viver é desafio constante, contínuo exercício entre aprender a cuidar, vincular, recuidar, atrapalhar-se, reorganizar-se, tolerar, despedir-se, compreender, duvidar, desconfiar, cansar, desistir temporariamente, por vezes até para afastar-se e pensar melhor, sobreviver, errar, entristecer-se, arrepender-se e retomar um caminho melhor que o anterior, redescobrir, reinvestir, existir e amar quem sabe de um outro modo…

 Enfim pela vida que somos é certo que nossa casa (interna e externa) está sempre em reformas. Reformas que, portanto, ocorrem involuntariamente, processos acerca do tornar-Se, do Ser e Amar que a vida vai disponibilizando a nós, sem receitas ou manual de instruções. Duro, difícil, árduo, porém absolutamente encantador.

Sim, viver é exercício Resiliente.

Resiliência é um conceito bastante utilizado por estudiosos do desenvolvimento humano atualmente, refere-se à recarga de conhecimento e energia que nasce do enfrentamento de adversidades, capacidade de administrar adversidades retirando delas alguma forma de abastecimento e sentido.

 O conceito também pode ser definido como habilidade de enfrentar e responder de modo positivo ou evolutivo às experiências que possuem elevado risco para saúde física, mental e desenvolvimento. Capacidade de regeneração, adaptação e flexibilidade[6].         

De modo prático, para compreensão do conceito podemos tomar como exemplo a idéia de um material que exposto a altas temperaturas tende a se tornar a seguir mais conciso e firme, tal como o ferro, ou de modo ainda mais simples, ovos.                                         

O conhecimento sobre resiliência familiar nos auxilia, portanto em processos de enfrentamento e adaptação que vislumbram a unidade familiar funcional como um todo integrado, diante da natureza repentina, imprevisível ou ameaçadora à vida de todos, ou de alguém, a partir de eventos especialmente perturbadores da ordem e dinâmica familiar, quando ondas de choque vêm a se estender a todos os membros da família e comunidade.  Eventos como: doenças, processos cirúrgicos, amputações, paralisias, tratamentos exigentes e prolongados, nascimento de crianças, especialmente aquelas que nascem com necessidades especiais temporárias ou prolongadas, crises financeiras, separações conjugais, mudança de endereço, de cidade ou país, casamento dos filhos, saída dos filhos de casa para estudar, acidentes, incêndios, inundações, morte de um membro da família, perda de um animal de estimação…

O intuito de compreender as famílias por este prisma está em deixar de pensá-las como prejudicadas e passar a compreendê-las por suas forças, virtudes e riquezas, enquanto desafiadas pelas adversidades.

Em uma perspectiva que corrige a suposição equivocada de que a saúde da família só poderia ser encontrada num modelo ideal. Abordagem que busca entender como todas as famílias, em sua diversidade, podem sobreviver a um estresse opressivo e se regenerar, afirmando de modo prático, o potencial que toda unidade familiar possui para o auto-reparo e para o crescimento a partir de uma crise.

O que distingue as famílias saudáveis não é ausência de problemas, mas a maneira de enfrentá-los e as habilidades utilizadas por cada membro, com as quais todos então, resolvem as dificuldades.  Logo, famílias de variadas configurações podem ser muito bem sucedidas nos desafios que enfrentam.  Não é, portanto, o formato, mas os processos familiares que mais importam para o funcionamento saudável, constituindo assim o que esses estudiosos chamam de resiliência familiar.

Nessa perspectiva sabe-se que a resiliência familiar poderá ganhar força quanto mais às famílias se apropriarem de uma noção de que funcionam como uma equipe, onde os recursos disponíveis em cada membro serão utilizados com consciência e clareza para o alcance de metas comuns de adaptação e resolução de dificuldades e tarefas.

Na prática e em perspectiva de desenvolvimento, isto implica no equilíbrio entre 3 fatores ou mecanismos de proteção familiares :

Imunidade: habilidade dos membros de contar e recontar histórias transgeracionais da família no enfrentamento de dificuldades que provocam e estimulam noções de competência familiar, otimismo e esperança apreendida. Do mesmo modo essas narrativas devem conter significados aprendidos com as experiências compartilhadas que podem ser generalizados e reutilizados em novas dificuldades, funcionando como um banco familiar de memórias de competências e/ou instrumentos conhecidos que podem ser reutilizados. Legados que caracterizem traços familiares relacionados a sensações tais como: “nós os (sobrenome) somos fortes, corajosos, destemidos, persistentes, ou ainda ; “quando seu avô foi desafiado por…ele fez…e então nós aprendemos que …,etc”.

Compensação: habilidade de utilizar bons atributos pessoais ou recursos ambientais para se contrapor aos efeitos nocivos das dificuldades enfrentadas, inclui conhecer o que sabem de si a serviço de todos, por exemplo; há irmãos que são bons cozinheiros, enquanto outros são bons acompanhantes para cuidados hospitalares, outros ainda são ótimos em divertir e aliviar um clima de tensões, etc. Tudo se torna útil se aperfeiçoamos os recursos em conjunto, a fim de otimizar tempo, onde o melhor e natural em cada um pode ser utilizado para compor um conjunto de defesas como desempenho familiar frente a adversidade. No modelo compensatório também se pode incluir a capacidade de reconhecer quando uma situação se torna difícil e desafiadora sugerindo a busca por respostas e auxílio, rodízio para descanso, alívio ou prazer, uma vez que para se reabastecer todos necessitam se nutrir de sensações de bem-estar experienciadas.

Desafio: fatores estressores podem se reconhecidos como potenciais estimuladores de competência. Unidades familiares podem compreender uma crise como desafio a serviço do desenvolvimento de novas habilidades, recursos, forças, conhecimento e crescimento pessoal e mútuo.

Na teoria tudo parece bom, porém na prática pressupõe uma atenção e um olhar constante voltado a esta direção. Famílias precisam aprender a sentirem-se competentes como unidade funcional. Ideias como: “somos melhores juntos”, missão ou lema familiar, podem ser pensados, desenvolvidos preventivamente e quando diante do estímulo opressor em muito se tornam eficazes.

Outros fatores podem auxiliar nesse desenvolvimento. Recursos como:

-Crenças Facilitadoras e /ou Ratificadas, ou seja , aquelas que quando verbalizadas encorajam, viabilizam, favorecem geram noções de valor e apreciação pessoal e grupal, criatividade e alegria, ainda que em intervalos, quando a família esteja vivendo momentos difíceis.

-Perspectivas Positivas; olhar para a água que existe no copo, não só para aquela que falta.

-Expressão Emocional encorajada ou aberta sem uso de juízos críticos ou julgamentos.

-Compreensão, Tolerância, Respeito ao ritmo e ao tempo do outro, ao seu estilo de enfrentamento. Gosto pela busca de resolução cooperativa de problemas. Crédito na busca por auxílio.

-Desejo por desenvolver confiança e senso de coerência em conjunto.

-Jamais subestimar-se ou aos membros, evitar a “castastrofização”. Lembrando que otimismo pode ser aprendido e auxilia. Ou seja, apostar mais no que pode funcionar, do que no temor pela falência. Escolher uma direção. Vale muito o que determinamos a nós mesmos.

-Transcendência e Espiritualidade: sinônimo de expansão da consciência, suporte, pertencimento, significado ou propósitos, e saída das incertezas do desamparo, tão comuns quando administramos os efeitos do que é dificilmente inesperado. Estudos médicos comprovam que a fé, a oração e os rituais espirituais de reflexão e contemplação podem de fato fortalecer a saúde e a cura desencadeando emoções que inferem no sistema imunológico e cardiovascular[7]. Em um estudo com pacientes idosos, por exemplo, que sofreram cirurgia aberta do coração, aqueles que conseguiram encontrar esperança, consolo e conforto em sua fé tiveram um índice de sobrevivência três vezes maior que os que não utilizaram desse recurso[8].

-O Humor e a criatividade: o sorriso, a leveza, uma abertura diante daquilo que obscurece e sufoca. De pensamentos divertidos por vezes hilários também é possível retirar energia. A criatividade costuma nascer da adversidade, é sua característica comum. Extrair algo de uma situação difícil é inteligente, faz valer à pena o amor investido e proporciona que tenhamos algo a preservar, nos deixando menos empobrecidos ou subjugados às sensações de impotência que naturalmente nos assolam diante das dificuldades. Enxergar novas possibilidades diante de destroços revela muito de nós mesmos. Transformar-se, não deformar-se, implica decidir, determinar-se a aprender e crescer com as adversidades.

Na experiência clínica, cuidadores (médicos, psicoterapeutas, enfermeiros, assistentes sociais, religiosos) precisam ter as famílias como companheiras, aprender com todos, otimizar recursos, informar, compartilhar. Particularmente não acredito em processos de recuperação que ocorrem sem que se pense o inteiro de nós mesmos, por isso um paciente em um leito de hospital, é na verdade um grupo de pessoas que necessita de atenção e cuidados. Antes de sermos um, nós fomos e somos “nós” muito mais do que imaginamos. E é claro, na vida real, ser suficiente não é possível sempre, menos ainda para um só.

Parece-me que a Ocitocina, “hormônio do nós[9]” aquele que combate a nocividade do Cortisol(substância derramada na corrente sanguínea pelo estresse que vivemos), precisa ser mais e melhor administrada. Ocitocina é encontrada no abraço, no afago, nos sorrisos compartilhados, sensações boas e vitalizadoras quando estamos perto de alguém em quem confiamos, nos fazendo sentir bem, devolvendo nossa energia e aumento da imunologia.

É surpreendente, a linguagem do encontro é aquela que cura, promove, sustenta, repara e nutre. Esta é a linguagem familiar, também das famílias que vem do coração, nossos amigos. As vias pelas quais a vitalidade e o amor adentram as experiências dolorosas, diluindo nossos momentos de escuridão.

Encontros que também constroem nossas bagagens, uma vez que não nos é viável controlar tudo que nos acontece, no mais simples e honesto possível em relação ao viver, parece-me que estamos sempre decidindo com o que ficar enquanto a jornada acontece, e essa eleição faz toda a diferença.

Assim, em contato com o tema adversidades e família me permitam despedir-me aqui contando uma breve história.

Há alguns anos recebi na clínica um Senhor de 70 anos. Chegou, em sua primeira consulta, com uma chave nas mãos. Disse-me que dez anos antes sofrera um acidente de carro onde perdeu seu único filho. Na mesma época, quando ele e a esposa saíram do hospital, decidiram fechar a casa onde moravam todos, os três, mudando-se para outro endereço.

Com olhar profundamente mergulhado em si, olhar de quem vive para além do tempo, relata que há pouco perdera a esposa. Conta-me que daquela casa “antiga” retiraram apenas roupas e fotos na época, todo o resto permanece lá, intacto. Diz-me então que gostaria de conversar algum tempo para pensar sobre sua vontade de voltar para casa onde viveu com toda a sua família… “Volto para residir e preciso decidir com o quê ficar.” Frase que encaminhou o início de seu, talvez, mais profundo e verdadeiro encontro com todos e com tudo que é seu.

Olhando para a chave em suas mãos, eu refletia sobre quantas portas e acessos aquela chave haveria de revelar… Tínhamos ali uma chave poderosa. Foi uma dupla trajetória de coragem e amor, eu confesso. Viagem de sentido e sustentação. Aprendi muito, essencialmente sobre até onde ir para assumir quem realmente somos e o quanto tudo vale muito apena independente dos fatos. Ali me convenci de que somos absolutamente maiores que nossas dores, também maiores que nossos sonhos. É por isso que resilientemente podemos alcançar nossos sonhos e viver nossas dores de modo transformador e evolutivo.

Sou profundamente grata na confiança ali em mim depositada, em muitos momentos me perguntei por quê… Mas acima de tudo grata pelo que compreendi nessa partilha;como cuidadores somos, de fato, guardiões de travessias[10], de transições de passagens…

Essa vida é feita de transitoriedade, tempos que se encontram e desencontram dentro de nós, origens e destinos, manter as portas abertas, abri-las quando possível é algo para quem afinal descobre que eternidade não é fenômeno do amanhã, está a disposição de nós, dentro da vida, no aqui, no agora, no amor de que fomos investidos por todos que cruzaram nosso caminho, amor que nos alarga na dor e nos ergue na luz do dia. A certeza de que atrás de cada fim esconde-se sempre um novo começo[11].

***

[1] Psicóloga Clínica pela Universidade de Caxias do Sul,UCS, Especialista em Teoria, Pesquisa e Intervenções em Luto e Perdas pelo Instituto 4 Estações de São Paulo, Mestra em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica, PUC de Porto Alegre, com a Pesquisa:Teologia e Psicologia em diálogo; Luto e Fé: Resgate e Reconstrução da Vida no Coração de um Deus que Sofre. Autora do Projeto de Intervenção em Aconselhamento Psicológico no setting Funário, no Brasil em 1998. Fundadora da Luspe Instituto de Psicologia no RS, Coordenadora da Matriz Caxias do Sul. Supervisora do Programa de Instrumentalização em Luto e Perdas no HU. Unimed Nordeste em Caxias do Sul.

[2] Casselato, G. Instituto 4 Estações, 2002, São Paulo.

[3] Vanini, M. pondera o prognóstico de um mundo pós-privacidade de ZUCKERBRG, M. in A conexão mística de Teresa de Ávila e Thomas Merton. Revista do Instituto Humanitas Unisinos. Número 460 – Ano XIV, 16/ 12/ 2014. ISSN 1981-8793 online e impresso ISSN 1981-8769-RS.

[4] Casali, C. na Palestra proferida com o tema Morte e Envelhecimento Humano, na Primeira Jornada Caxiense do Luto, Agosto de 2006, Caxias do Sul-RS.

[5] Idéias de Bruno, 28anos(pseudônimo), paciente acompanhado por  cerca de 1 ano e meio, em seu primeiro ano de enlutamento, em Psicoterapia breve focada para o luto na Luspe Instituto, dados cedidos para desenvolvimento científico da Pesquisa de Mestrado, orientada e supervisionada pelo Mon Senhor Prof. Dr. Leomar Brustolin na Fateo-PUC-RS, processo acompanhado, registrado e aprovado pelo conselho de ética na plataforma Brasil número de protocolo CAAE 14034314.5.0000.5336. Dados Internacionais de Catalogação na Publicação C837r COSTA, Ana Paula Reis da. A reconstrução da fé no enfrentamento do luto: Teologia e Psicologia em Diálogo 2015. 254F. Ficha Catalográfica elab. PINENT. V. CRB 10/1297.

[6]Todo material sobre o tema aqui desenvolvido foi retirado e adaptado do livro: WALSH, f. Fortalecendo a Resiliência Familiar. São Paulo. Roca, 2005.

[7] DOSSEY, 1993 e DOKA,1998.

[8] Idem.

[9] LUCAS, O. Prof de Neurobiologia da UCS, em aula para cuidadores na Luspe Instituto, 2015.

[10] FRANCO, M.H.P. em aula ministrada no Instituto 4 Estações, SP, em 2002.

[11] Moltmann, J.  A Vinda de Deus. Escatologia Cristã.

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